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sexta-feira, 4 de maio de 2012

O prazer de ler

No encontro com Ana Pereira, “Os Amigos” tiveram a oportunidade e o prazer de ouvir, sem esperar, um pouco do livro “ A história da Baleia”, de António Sérgio, conto adaptado pelas autoras Elza Mesquita e Ana Pereira.
Captámos esse momento, mas infelizmente a gravação do som não ficou bem. Mesmo assim, queremos partilhar esse momento com os nossos leitores.
“Os Amigos” estavam muito entusiasmados, mas ... se quiserem saber o resto da história terão de ser eles a fazê-lo, porque a Ana Pereira suspendeu a leitura, deixando-os na expetativa...


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Encontro com ... Ana Pereira


 Há algum tempo, quando explorámos a história “O gato que amava a mancha laranja”, no momento da exploração dos elementos paratextuais, prometemos aos “Amigos” que, se fosse possível, um dia iríamos conversar com as autoras do livro que estávamos a trabalhar e que, se gostassem da história, poderiam perguntar-lhes tudo o que quisessem.
Muito céticos, houve cruzar de olhares, exclamações duvidosas e, por fim, uma interrogação: - É a sério?
Hoje, chegou esse dia. Aproveitando uma “exposição”, patente na biblioteca do Centro Escolar, de algumas “provas” do livro “O gato que amava a mancha laranja”, das autoras Elza Mesquita e Ana Pereira, quisemos proporcionar aos “Amigos” um encontro muito especial. À nossa espera estava uma das autoras: Ana Pereira.
Muito admirados, os “ Amigos” não parecia acreditarem  muito. A Prof. Ana?! É ela a autora?
Para eles, um autor de livros era alguém muito distante, só possível existir nos grandes centros... A conversa foi animada e as perguntas sobre a história também (ainda estava bem presente!). Mas foi essencialmente a ilustração que os prendeu.
A autora a todos esclareceu e explicou as várias técnicas usadas na ilustração do livro.
Quiseram saber se tinha mais livros e, como a resposta foi positiva, puderam observá-los na biblioteca, tendo ficado a saber que estão mais dois para sair brevemente. Vamos esperar, pois pelas informações devem ser muito giros...



quinta-feira, 15 de março de 2012

O reino das Palavras

Hoje, lemos o livro de Isabel Minhós Martins, pê de pai, com ilustrações de Bernardo Carvalho.
 Este livro ajudou-nos a descobrir vários “tipos” de pais: pais que para fazerem felizes os filhos inventam mil maneiras, recriando, com grandes doses de imaginação, e nas circunstâncias mais simples do dia a dia, formas de cativar as crianças e que fazem nascer entre si relações de cumplicidade, de amor e de alegria sã.
Trata-se de um livro em que a complementaridade entre o texto e a imagem ajuda a compreender a “transformação” do pai.
Um livro onde as coisas simples do dia a dia se transformam em poesia, arte e meio de aprendizagem e nos transporta para o reino das palavras.
É uma pequena obra da qual se depreende que o pai é uma pessoa “muuuuuuito” especial.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Espaços de leitura

A biblioteca escolar deve constituir-se como um pólo dinamizador de atividades que fomentem a promoção da leitura. Foi neste âmbito que hoje ali nos deslocámos a fim de apreciarmos a história “Quiquiriqui”, de Marisa Nuñez.
Gostámos muito dela e aprendemos que devemos atribuir importância às promessas que fazemos e também de como é bom partilhar e que querer as coisas só para nós é sermos egoístas.
No final, foram-nos distribuídas as imagens da história e tivemos que ordená-las para fazermos o reconto.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Orelhas de borboleta


Hoje fomos ver, em teatro de sombras chinesas, a história “Orelhas de Borboleta”, de Luísa Aguilar. A encenação foi levada a cabo por algumas das professoras estagiárias do Centro Escolar.
Esta história, que agradou a todos, evidencia os valores de respeito pelos outros, em que a autoestima e o otimismo se sobrepõem em situações adversas, e surgem tratados de forma pedagógica mas divertida.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ninguém dá prendas ao Pai Natal

 
É comum nesta época lermos histórias que evoquem o Natal e a magia que esta palavra encerra. Não escapamos à regra e apresentámos aos nossos alunos o conto “Ninguém dá prendas ao Pai Natal”, de Ana Saldanha.
Nesta história trabalhámos a intertextualidade, através das várias personagens que vão surgindo ao longo do conto e alguns valores como a amizade, a companhia e a felicidade. Por último, alertámos para a indevida sobrevalorização das prendas em detrimento dos valores humanos atrás referidos. 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Nem tudo o que parece é ...

Hoje também fomos à biblioteca para ouvirmos o conto “Mateo”, de Paula Carballeira, uma atividade de incentivo à leitura, dinamizada pela biblioteca escolar.
Um menino passeava com a mãe, quando se ficou a olhar, encantado, para um avião que passava, com umas riscas cor de laranja. Quando deu por si, encontrava-se sozinho. Como fazer para encontrar a mãe? Onde estaria’? Que aflição! Mateo recorreu a várias estratégias para ver se encontrava a mãe no meio de tantas pessoas. Recria vários ambientes em que, de forma lúdica, faz gerar situações que nem sempre são o que parecem. A história tem um fim feliz, o que significa que ele e a mãe voltam a ficar juntos.
No final, vimos o livro e as ilustrações. Com dobragens, fizemos um avião. 
Gostámos muito deste conto.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

“Segue-me”...

Hoje, fomos à biblioteca ouvir a história “Segue-me”, do escritor José Campanari.
As senhoras professoras, valendo-se de uma pequena dramatização, apresentaram e leram este conto que fala de um elefante cinzento com pintas lilás, que vivia na selva e que se apaixonou por uma formiga negra com cintura de vespa.
Foi uma história muito engraçada e de que gostámos muito.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O Balãozinho Vermelho

Hoje, “lemos” a história de Iela Mari, O Balãozinho Vermelho.
Explorámos a sua compreensão através de atividades antes da leitura, durante a leitura e após a leitura.
Antes da leitura demos pistas aos alunos para adivinharem a personagem principal da história. Quando acertaram, tirámos um balão do bolso, enchemo-lo e o balão saltou de mão em mão. Quando os alunos lhe tocavam tinham que dizer palavras “leves, pesadas, quentes, frias, perfumadas, vermelhas...”
Seguidamente, cada criança imaginou como seria a história que iam a “ler”.
Apresentámos o livro e explorámos os elementos paratextuais.
“Lemos” o livro.
Durante a leitura íamos inferindo as várias transformações do Balãozinho, conferindo-as ou não.
Após a leitura trabalhámos a consciência fonológica através de jogos de segmentação (contar sílabas) e identificámos outras palavras que começavam com o som inicial de balão (b). Para terminar efetuámos grafismos.