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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Santos Populares II


Na continuidade do tema Santos Populares, falámos da tradição de, em certas regiões do nosso país, se fazerem quadras para oferecer aos amigos. Partindo de uma “chuva de ideias” sobre os “Santos Populares”, foram-se construindo algumas quadras que partilhámos.
1 – Na festa de Santo António                 2 – Na festa de S. João,          
      Fomos ao bailarico                                  Cantei uma canção.
      Dançámos todos juntos                           Comi muitas sardinhas                       
      E deram-nos um manjerico.                    E soltei um balão.

3 – Na noite de S. João,                            4 – Na festa de S. João,
      Acendi o meu balão.                                 Fui ver as marchas passar.
      Comi muitas sardinhas                            Comi sardinhas assadas,
      E acompanhei com pão                           No bailarico fui dançar.

5 – Na festa de S. João,                            6 – Na festa de S. Pedro,
      Houve muita animação.                             Comemos muitas sardinhas
      Comemos muitas sardinhas                     Muita gente as comeu:
      E deram-me um balão.                              Encheram as barriguinhas.

7 – Na festa de S. Pedro,                          8 – A noite de S. Pedro
      O baile não parava.                                    Foi uma noite animada.
      Ao som da música,                                    Fomos ao bailarico,
      Toda a gente dançava.                              Comemos sardinha assada.

9 – Na noite de S. João,
       Houve muita brincadeira.
       Dançámos a noite toda
       E saltámos a fogueira

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Escrita criativa

Ultimamente, temos vindo a descobrir vários tipos de textos. Textos pequenos mas que obedecem a uma certa estrutura. Assim, já estudámos dois tipos de  textos instrucionais: receita culinária, instruções para a elaboração de experiências e avisos.
Hoje, tratámos uma outra forma de escrever denominada “A Escrita Expressiva e Lúdica” (EEL). No processo de ensino-aprendizagem, no que respeita a escrita, esta modalidade reveste-se de uma dimensão lúdica, permitindo à criança aumentar a visão linguística e a liberdade de pensamento e de vivências. Como nesta modalidade de texto temos ao nosso dispor diversas técnicas a que recorrer, começámos pelo Acróstico, técnica simples que consiste em iniciar, num poema, cada verso com uma letra de uma palavra escrita na vertical, devendo o conteúdo relacionar-se com o sentido dessa palavra.
De forma simples, Os amigos usaram a palavra “Chuva”, título do poema em estudo, de Maria Isabel Mendonça, e vejam como ficou.
Cai
Húmida
Útil
Violenta
Água

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Sopa de ervilhas


Depois de termos comido a sopa, já na sala de aula, falámos de textos instrucionais e da sua importância. Analisámos um texto instrucional - “bolo de chocolate” -, e ficámos a saber que era constituído por três partes: título, ingredientes e modo de preparação, e que este era uma receita de culinária. Também aprendemos que há muitos tipos de textos instrucionais. Como a palavra indica, estes textos apresentam instruções, isto é, informam.
Depois de analisarmos o texto instrucional “Bolo de chocolate”, com a ajuda dos dois grupos que tinham participado na confeção da nossa sopa, tentámos fazer a receita da sopa, e como os chefes de grupo tinham tudo registado nas suas folhas de apontamentos, foi muito fácil.
No fim, depois dos devidos ajustes, ficou assim:
A - Sopa de ervilhas

B - Ingredientes
Ervilhas
Batatas
Cebolas
Cenouras
Alho francês
Sal
Azeite
C - Modo de preparar:
1-    Preparar e lavar muito bem os legumes.
2-    Cortar aos pedaços os legumes e levar a cozer numa panela.
3-    Quando cozidos, triturá-los mas sem esquecer que é preciso temperá-los. É altura de colocar o sal e o azeite.
4-    Então, acrescentar algumas ervilhas para decorar a sopa.
5-    Deixar ferver até as ervilhas até estarem cozidas.
6-    Depois, é servir e… saborear.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Produção textual


“... a aprendizagem e o desenvolvimento da competência de uso escrito pressupõem um ensino explícito, sistemático e uma prática frequente e supervisionada em que se contemplem as diferentes variáveis que entram em jogo na composição textual: situação textual; tarefa a executar; destinatário do discurso; técnicas e estratégias envolvidas em produtos escritos de diferentes graus de complexidade...”
Luísa Álvares Pereira/Flora Azevedo (2003)

“Os Amigos” estão a iniciar este longo e lento processo pelo qual podemos explicar, persuadir, dar a conhecer opiniões, expressar sentimentos e emoções, relatar eventos reais ou imaginados e que lhes permitirá escrever textos em que expressem as suas próprias ideias.
Hoje, falámos de um tipo de texto – o aviso – e das suas características.
Elaborámos alguns avisos, que colocámos na nossa sala e no corredor da escola, de que deixamos alguns exemplos.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Liberdade

Em vésperas do 38.º aniversário da recuperação da “Liberdade”( 25 de Abril de 1974) em Portugal, é importante esclarecer quanto esta palavra encerra de essencial para cada um de nós, cidadãos portugueses do século XXI.
Também “Os Amigos” falaram sobre o que eles acham o que é ser livre, e através dos seus pensamentos e ideias foi elaborado este texto que publicamos.
No final, lemos o livro de José J. Letria, “O que é a liberdade”. E os alunos verificaram que muitas das suas ideias também foram as ideias do Poeta…

Ser livre é...
Ouvir o canto das aves
brincar
andar na rua
sair de casa
crescer
 rio que corre
 não haver guerra
 ter alegria no inverno
 viver ao ar livre
fazer a Paz
 não combater
 uma criança a dizer
 um melro a voar
 respeitar o Outro
 fugir do medo
 viver melhor
 sorrir
 viajar numa nuvem
 passear no campo
 cantar
 alcançar o arco-íris.
                                      texto coletivo Se2

quarta-feira, 21 de março de 2012

Primavera


A primavera chegou.
É verdade, já estamos na primavera, embora o frio se tenha instalado de novo na nossa região.
 Para a chegada da nova estação preparámos um texto a partir de uma canção. A professora Anunciação ensinou-nos o refrão, que é assim:
“ A primavera chegou
Eu sei que ela chegou.
Quem foi que isso te contou?
Quem foi que isso te contou?”
Cada um de nós foi dizendo uma palavra que pudesse ter-nos ajudado a descobrir que a primavera tinha chegado, que a professora escrevia no quadro.
No final, eliminámos algumas e deixámos aquelas de que gostávamos mais e fizemos o seguinte texto:

Eu vi...
O arco-íris ao amanhecer,
os pássaros a assobiar,
a joaninha no alecrim,
o caracol que sobe o girassol,
a borboleta a beijar as flores,
o gatinho a ronronar ao sol,
o coelho a saltitar,
a andorinha anunciar
a primavera.
                                Texto coletivo SE2

segunda-feira, 19 de março de 2012

Escrita criativa


A pensar no Dia do Pai, pedimos a “Os Amigos” para dizerem palavras de que gostassem e que estivessem relacionadas com a “figura” Pai. Postos a pensar, as palavras surgiram em catadupa, as quais iam sendo escritas no quadro.
Como havia muitas, fomos eliminando algumas, pois para o Pai tinham de ser mesmo especiais. Com as que ficaram construímos algumas frases bem bonitas e poéticas e alinhámos um texto. Copiámo-lo para o caderno caligráfico e ilustrámo-lo.
Aqui fica à disposição de todos os leitores (pais ou não) que visitem o nosso blogue.
Pai, és:
O meu arco-íris,
ouvido que escutas,
trapalhão nas minhas brincadeiras,
cavalinho que baloiça,
abraço protetor,
guardião dos meus segredos,
sofá onde descanso,
cavaleiro, corajoso e defensor,
meu herói,  meu rei! ...
                                texto coletivo SE 2


quinta-feira, 8 de março de 2012

Leitura aos padrinhos e madrinhas


Hoje foi a nossa vez de ler para os nossos padrinhos, os alunos do 4.º ano.
Baseados no poema “Abecedário Maluco”, de Luísa Ducla Soares, que o professor nos leu, fomos construindo frases para fazermos um poema para os nossos padrinhos e madrinhas. Ficou muito engraçado, rimo-nos muito ao fazê-lo, e os padrinhos também no momento em que o ouviram.
Além de lermos o nosso poema, alguns meninos também leram  poemas do livro “Abecedário maluco”.

Abecedário dos Padrinhos

A é a Ana Carolina, que salta da colina.
A é a Ana Marta, que chora que se farta.
A é a Ana Raquel, namora o Miguel.
A é a Ana Rita, que come batata frita.
B é o Bruno, que foge do gatuno.
B é o Bruno Exposto, nunca fica maldisposto.
C é a Carla Liliana, que escorrega na banana.
C é o Carlos Filipe, que está com gripe.
D é a Daniela, que é muito bela.
D é o Diogo Coelho, que gosta de se ver ao espelho.
 D é o Diogo, que brinca com o fogo.
E é o Eduardo, que chora ao ver o leopardo.
G é o Guilherme, que tem medo do verme.
H é o Hugo, que trinca um sugo.
I é a Inês, que assusta a cabra montês.                                                                    
J é o João, que engordou como um balão.                                               
J é o José, que muda a fralda do bebé.
J é o José Pereira, que munge a vaca leiteira.
L é a Lígia, que está sempre de vigia.
M é a Mariana, que corre na savana.
M é a Marisa, cai da torre de Ibiza.
P é o Paulo Rafael, que é amigo da Raquel.
P é o Pedro Miguel, que risca o papel.
R é o Rodrigo, que ajuda o amigo.
                                                    SE 2 - texto coletivo


Dia Internacional da Mulher

Hoje, dia 8 de março, comemora-se o dia internacional da mulher.
Nós quisemos homenagear todas as mulheres e fizemos um pequeno texto.
Partimos de uma “chuva de ideias”: íamos dizendo palavras de que gostávamos para caraterizar a Mulher e que a professora São ia escrevendo no quadro. Depois, orientados pela professora, fomos eliminando palavras até que ficámos só com algumas, que ordenámos, escrevendo um pequeno texto, mas grande na sua beleza.
Depois, escrevemo-lo num cartão, que decorámos com as aparas dos lápis de cor, para oferecer às nossas mães.
Parabéns a todas as mulheres.

 Mulher
Bela como o luar,
Jardim colorido,
Ouro, diamante,
Anjo que nos guarda,
Raio de sol que ilumina,
Vida que dá vida.
                                                                                        SE2 - texto coletivo


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

As nossas definições

Como amanhã se comemora o dia dos namorados, não quisemos ficar alheios e resolvemos falar sobre o tema.
É verdade que uma criança não atribui a esta data grande importância, apesar de, às vezes, nos dizerem que já têm namorado(a)!
Em vez de amor preferimos falar de amizade, uma amizade que vem crescendo desde que estas crianças se conheceram. No início do ano letivo, quando se encontraram pela primeira vez, todas fizeram votos para criarem novas amizades, ter novos amigos! Achamos que esses votos se vão concretizando: cada um vai fazendo as suas escolhas, formando pequenos grupos de acordo com as circunstâncias e com o caráter de cada um e em que a escolha se opera muito naturalmente: maneira de ser, gostos, brincadeiras e zangas... e a amizade vai-se construindo, enraizando. Verdadeiros amigos.
No desenvolvimento da atividade foi pedido aos alunos que falassem sobre o que pensam que é a amizade.
Orientados pela prof. Anunciação, “Os Amigos” começaram a construir uma definição de amizade.
Usando os cinco sentidos, primeiramente, foi-lhes pedido uma cor que definisse o conceito, seguido do sentido do gosto - a que é que sabe? Depois de algumas opiniões que se iam registando no quadro, pois “Os Amigos” ainda não escrevem tudo, nova pergunta: -Como é? Para resposta deveriam fazer uma comparação, e surgiram várias. Até as emoções que a amizade produz lhes foram solicitadas. Finalmente, veio a definição num pequeno resumo sobre tudo o que se tinha dito.
E, assim, surgiu uma definição de Amizade, muito especial, feita por “Os Amigos” e que partilhamos com todos.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O balão perdido



Hoje, ao trabalharmos o b, tivemos de pintar, no nosso manual, num conjunto de quatro imagens, as duas que estavam de acordo com o texto que ilustra a letra b. Depois do exercício feito, o professor propôs que escrevêssemos uma história de acordo com essas duas imagens.
Após termos apresentado em voz alta algumas ideias, procurámos melhorá-las e escrevemos a história no quadro; seguidamente, passámo-la a limpo para o nosso caderno de caligrafia, ilustrámo-la e agora já podemos partilhá-la convosco.
Se gostarem deixem um comentário.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

As nossas quadras

Amanhã vamos ter o magusto da escola. Um dos desafios com que nos deparávamos era fazer algumas quadras a fim de participar no mural. Assim, partimos de uma chuva de ideias tendo como tema a palavra magusto. Os alunos foram relatando as suas vivências em relação ao tema, resumindo-as com palavras simples que o professor escrevia no quadro.
Depois de termos algumas palavras relacionadas com o magusto, explicámos o que era uma quadra e lemos alguns exemplos.
Seguidamente, pedimos aos alunos que, com essas palavras formassem frases. Elas foram surgindo, nós íamo-las escrevendo e, com alguma orientação nossa, as quadras apareceram. São estas que a seguir transcrevemos.



No dia de S. Martinho
Fazemos brincadeiras.
Comemos as castanhas
À volta das fogueiras.

No dia do nosso magusto
Cantam-se algumas canções.
À volta da fogueira
Aquecem-se os corações.

Num grande assador
Assaram-se as castanhas
Quentinhas... e que sabor
Que as castanhas têm.

Saltitamos com sorrisos
No carvão sujamos as mãos
P’ra enfarruscar as caras
E brincar como irmãos.
                                                                                                        Trabalho coletivo SE2

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Escrita noutros suportes


Hoje experimentámos escrever no quadro interativo. Foi surpresa e, no princípio, não percebíamos muito bem como se fazia. As letras não saíam muito bem. Então, o professor mandou-nos desenhar as figuras geométricas, linhas curvas e retas, como nós quiséssemos.
Ele começou por mudar a cor, depois a forma. Foi muito divertido escrevermos com estrelinhas, com flores, com caras ou com riscos multicoloridos.
A partir de agora vamos escrever todos os dias no quadro interativo.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A noite é...

Hoje, continuando à procura dos sons, descobrimos os ditongos “oi” e “ou”. Na pista de palavras que incluíssem esses sons, eis que apareceu a “noite”.
O professor fez a pergunta “O que é a noite?” Das nossas respostas surgiram estas frases, que o professor escreveu.
A noite é...
Escura. (Ana Simão)
Estrelas a piscarem. (Ana Beatriz)
Pirilampos a brilharem. (Ana carolina)
Um sonho sem fim. (Carolina Malhão)
Descansar na cama. (Catarina)
Uma nuvem de fumo. (David)
Bonita porque tem as estrelas. (Celina)
Bonita como o sol. (Eduardo)
Bonita como um girassol. (Gonçalo)
A magia da lua. (Henrique)
Uma lua cheia de sonhos. (Inês Samões)
Escura como a cinza. (Francisco)
A lua e as estrelas brilhantes. (Marco)
Brilhante como um tesouro. (Margarida)
Estrelas a brilharem como o sol. (Inês Padrão)
O céu a brilhar no escuro. (Mariana)
Bonita como um gato. (Miguel Diz)
A lua a sorrir para as estrelas. (Miguel Pires)
Bonita como uma rosa negra. (Milton)
Para dormir e sonhar (Ricardo)
As estrelas a brincar com a lua. (Ruben)
As estrelas a quererem brincar com os meninos. (Vítor)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A galinha Ruiva e o pinto Piupiu


Partimos do pedido do manual de português, a seguir transcrito:
“Observa a imagem do lado, ouve a leitura da frase e imagina o que terá acontecido”
 Logo se iniciou oralmente uma pequena história que o professor, devagarinho, frase a frase, passou a escrever no quadro. Desta forma se chegou à pequena história que achamos bem partilhar com todos os nossos leitores.
A galinha Ruiva e o pinto Piupiu

O pinto Piupiu perdeu-se e caiu num buraco. Queria sair mas não conseguiu porque estava ferido numa patinha.
A galinha Ruiva, sua mãe, foi à sua procura e como não o viu começou a chamar, a chamar por ele.
Piupiu ouviu a voz da mãe e começou a piar: piu... piu... piu...
A mãe, reconhecendo a voz do Piupiu, dirigiu-se ao lugar de onde vinha o som. Vendo-o, ajudou-o a sair, pegou nele ao colo, acarinhou-o, curou-lhe a patinha e disse-lhe para nunca mais se afastar dela.

Texto coletivo, organizado oralmente pelos alunos
 e grafado pelo professor.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dia Nacional da Água


Hoje falámos da importância da água e da necessidade de a preservar.
Vimos algumas regras para poupar água e ficámos a saber mais coisas sobre este precioso e essencial recurso para a vida.
Pintámos uma gota de água e, depois, cada um de nós disse uma frase e com todas juntas fizemos um texto criativo, que aqui deixamos.
Se eu fosse... uma gotinha de água
Fazia uma poça para os meninos brincarem. (Francisco)
Ia para a piscina. (Ruben)
Regava as plantas. (André)
Corria por uma poça de água. (Vítor)
Caía do céu para a terra. (Mariana)
Limpava o planeta. (Margarida)
Limpava a Terra. (Inês Samões)
Enchia um baldinho de água. (Miguel Pires)
Caía do céu para uma poça de água. (Ana Simão) 
Nadava no rio. (Marco)
Rebolava na piscina. (Catarina Russo)
Sorria e brincava. (Gonçalo)
Fazia um brinquedo. (Inês Padrão)
Brincava no parque. (Ana Beatriz)
Vivia uma aventura na selva. (David)
Viajava num pássaro. (Ana Carolina)
Ia num avião e caía de paraquedas. (Eduardo)
Brincava no banho. (Hélder)
Saltava na cama. (Celina)
Caía na cabeça dos meninos. ( Henrique)
Morava numa conchinha. (Ricardo)
Andava debaixo de água. (Miguel Diz)