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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Intertextualidade



Hoje, trabalhamos vários tipos de texto.
Inicialmente, o professor distribuiu um texto que só tinha imagens (texto visual). Nós tivemos de identificar as várias ações que cada quadradinho continha e conseguimos interpretar o texto.
Seguidamente, lemos um texto, que era uma fábula – A pomba e a formiga, de La Fontaine - e depressa entendemos que havia alguma relação com o que tínhamos analisado no texto visual. No entanto, também descobrimos que havia uma pequena diferença.
Para terminar, lemos um terceiro texto que estava no nosso manual. Este era um poema, da autora Lília da Fonseca, e chamava-se Naufrágio.
Lemos o poema e vimos que também este poema se relacionava com os textos anteriores: a formiga navegava na folha e o vento fê-la naufragar. Que lhe terá acontecido?
A intertextualidade (presença de um texto noutro texto) permite ao aluno estabelecer relações entre textos, conduzindo-os a uma melhor interpretação/compreensão do texto.
Foi o que aconteceu. Os alunos não tiveram dificuldade em compreender o poema e imaginar o que terá acontecido à formiga...

terça-feira, 10 de abril de 2012

Compreensão de um texto narrativo

A narrativa é um meio de comunicação entre quem conta/ouve ou escreve/lê. Um dos objetivos da narrativa é a recreação de quem ouve ou lê, provocando respostas emocionais (surpresa, curiosidade, medo, satisfação...) no ouvinte ou no leitor.
Explorar a compreensão dos textos narrativos implica trabalhar histórias curtas ou obras completas adequadas à idade e interesse das crianças, estimulando a criatividade, a imaginação, o raciocínio dedutivo, a antecipação de acontecimentos, a análise de ações, a previsão de consequências, a apreciação valorativa do texto.
Foi o que fizemos hoje na exploração da obra “O Aquário”, de João Pedro Mésseder, utilizando estratégias de:
Antes da leitura – Sem mostrar o livro, dissemos o nome da história que iam ouvir. Em ficha própria, os alunos imaginaram como seria a capa, compararam-na seguidamente com a original. Observaram e transcreveram os elementos paratextuais para a ficha distribuída. Depois, criaram as personagens que entrariam na história.
Durante a leitura: À medida que se desenrolava a narrativa, os alunos responderam a perguntas de previsão e análise, anteciparam acontecimentos, comentaram a história ouvida, analisaram ações decorridas, fazendo juízos de valor.
Após a leitura: Desenharam a parte da história de que gostaram mais e, com círculos ou através de dobragens, fizeram peixes para decorarem um aquário idealizado por cada um.
A interdisciplinaridade acompanhou sempre as várias atividades, desenvolvendo o vocabulário, apresentando oralmente para os colegas os trabalhos realizados, fazendo contagens e cálculo, falando do “habitat” natural dos peixes e suas características.

 

segunda-feira, 5 de março de 2012

O Gato que amava a mancha laranja


Para iniciarmos a semana da leitura, trabalhámos o conto “O gato que amava a mancha laranja”, de Elza Mesquita e Ana Pereira.
Como é costume, quando trabalhamos um conto fazemos atividades antes, durante e depois da leitura para, assim, podermos compreender melhor o texto.
É uma história muito atrativa, que nos ensina que devemos tratar bem os animais, que nunca os devemos abandonar, motivos por que a aconselhámos a ler a todos os meninos.