sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Viva o carnaval!

Os Caretos


Figuras misteriosas que invadem algumas localidades durante a época do Entrudo, com o intuito de "chocalhar" as mulheres, principalmente as solteiras…
Com indumentárias franjadas de cores muito berrantes, portam em redor da cintura chocalhos que investem contra o corpo das raparigas, tradição que dá aos "caretos" de, por uns dias, furarem as normas sociais estabelecidas, para imporem a sua própria e gozarem de uma liberdade crítica sobre todo o povo.
 Escondidos por trás de uma máscara rudimentar, feita de latão ou outros materiais, pintada de vermelho, preto ou verde, apoiados por um varapau percorrem, correndo e saltando, todos os locais da aldeia na esperança de encontrarem alguém para "chocalhar", nem que para isso tenham que trepar a varandas e janelas para entrar de rompante nas habitações onde suspeitam que se encontram escondidas as moças da terra.
A aldeia onde este antigo ritual se mantém vivo e torna o Carnaval grande atração carnavalesca no distrito de Bragança é Podence, no concelho de Macedo de Cavaleiros que vos convida a visitarem por estes dias.

Máscaras e mascarilhas...

Terminámos as nossas máscaras e ficaram muito coloridas e muito bonitas.

Incursões matemáticas VI ...

Hoje, de uma forma descontraída, propusemos aos alunos o jogo do alvo. As regras são simples: cada jogador atira dois dardos em direção a um alvo e, caso não acerte, restam-lhe ainda duas hipóteses. Cada jogador escreve no quadro o seu nome e à frente assinala os pontos adquiridos por cada dardo lançado, tendo de efetuar a adição dos mesmos. É vencedor aquele que obtém mais pontos. Desta vez, todos os alunos teriam de escrever no caderno da escola os nomes dos colegas, bem como o número de pontos e o total que cada um obtivesse.
No final, os três melhores resultados apresentaram-se num pódio.
No seguimento da atividade, construímos um gráfico de barras e fizemos a sua leitura.
Afinal, a brincar também se aprende e, às vezes, muito.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Festa do Galo

Com o intuito de reviver algumas tradições carnavalescas, o Centro Escolar da Sé realizou, simbolicamente, a chamada “Festa do galo”.
Esta tradição, viva ainda nos finais do sec. XX nas zonas rurais dos concelhos de Bragança, Vinhais e Vimioso, acabou por perder-se devido à desertificação que começou a grassar nestas regiões.
Este costume, que não estava confinado a esta região nordestina, pois há relatos dela um pouco por todo o país, consistia num gesto de reconhecimento e gratidão por parte dos pais dos alunos para com os professores, oferecendo-lhes alguns presentes, daquilo que tinham por casa (os alunos levavam coelhos, galinhas, fumeiro e outras iguarias caseiras), sendo o galo o rei da festa. O galo era comprado em conjunto pelos pais dos alunos na aldeia, procurando sempre que fosse, para fazer jus ao acontecimento, o mais avantajado macho de todas as capoeiras, que era depois ornamentado e colocado num pequeno palanque, levado em ombros pelos alunos até à escola. Aí, o professor (ou os professores, se houvesse vários) já tinha preparado uma pequena festa com cantigas, jogos e outras atividades para os alunos e acompanhantes, após o que se seguia um simples lanche para todos. Antes de ser servida a merenda, o ponto alto da festa era o soltar do galo do seu “andor” e em que o professor (ou professores), com ajuda dos alunos, teria de correr atrás do galináceo até ser apanhado. Era um momento de esfuziante alegria, com gritos e atropelos, em que todos ficavam muito contentes, já que, por vezes, o galo, no meio de todo aquele alarido, conseguia escapar por algum tempo e fazia arquejar de cansaço os seus perseguidores.
Hoje, os alunos e professores do Centro Escolar quiseram reviver esta tradição, atividade planificada no PAA. O galo foi levado até à sede do Agrupamento e ali foi entregue, numa cerimónia simples, mas onde não faltaram algumas quadras alusivas ao ato, dedicadas ao pessoal docente e não docente deste estabelecimento de ensino.
Esta atividade foi uma forma de revivermos e darmos a conhecer esta tradição aos nossos alunos, que, sem estas memórias revisitadas, ficaria perdida no tempo.
Pena foi que o convívio que esta tradição impunha não tenha acontecido!
É a crise.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Mascarados

Diz o rifão popular “No Entrudo passa tudo, com barbas e tudo”. Apesar de não haver barbas, “Os Amigos” estavam muito bem fantasiados. Parabéns para todos eles.

Ida à discoteca


Dia dos namorados + carnaval = a discoteca.
- “Hoje foi um dia espetacular!” Palavras de “Os Amigos” no final de tarde.
Apesar da “enchente”, as crianças adoraram a deslocação à discoteca. Uma tarde diferente por que muitas crianças ansiavam, vendo, assim, concretizado esse seu desejo.
As imagens e o vídeo evidenciam a alegria, a vivacidade e a animação que “Os Amigos” viveram, e que certamente lhes vão ficar na memória.



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Dia dos Namorados

Quisemos também, por meio de expressão plástica, distinguir este dia e, com esse fim, com os/as nossos/as namorados/as e amigos/as fizemos um bonito coração para oferecermos a quem cada um achasse merecê-lo! Também foram feitos alguns para ficarem na sala e nos lembrarmos deste dia quando os vemos.

As nossas definições

Como amanhã se comemora o dia dos namorados, não quisemos ficar alheios e resolvemos falar sobre o tema.
É verdade que uma criança não atribui a esta data grande importância, apesar de, às vezes, nos dizerem que já têm namorado(a)!
Em vez de amor preferimos falar de amizade, uma amizade que vem crescendo desde que estas crianças se conheceram. No início do ano letivo, quando se encontraram pela primeira vez, todas fizeram votos para criarem novas amizades, ter novos amigos! Achamos que esses votos se vão concretizando: cada um vai fazendo as suas escolhas, formando pequenos grupos de acordo com as circunstâncias e com o caráter de cada um e em que a escolha se opera muito naturalmente: maneira de ser, gostos, brincadeiras e zangas... e a amizade vai-se construindo, enraizando. Verdadeiros amigos.
No desenvolvimento da atividade foi pedido aos alunos que falassem sobre o que pensam que é a amizade.
Orientados pela prof. Anunciação, “Os Amigos” começaram a construir uma definição de amizade.
Usando os cinco sentidos, primeiramente, foi-lhes pedido uma cor que definisse o conceito, seguido do sentido do gosto - a que é que sabe? Depois de algumas opiniões que se iam registando no quadro, pois “Os Amigos” ainda não escrevem tudo, nova pergunta: -Como é? Para resposta deveriam fazer uma comparação, e surgiram várias. Até as emoções que a amizade produz lhes foram solicitadas. Finalmente, veio a definição num pequeno resumo sobre tudo o que se tinha dito.
E, assim, surgiu uma definição de Amizade, muito especial, feita por “Os Amigos” e que partilhamos com todos.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Quando eu nasci (II)



Hoje, continuámos o ler o livro de Isabel Minhós, “Quando eu nasci”.
Lemos as primeiras páginas e, tal como o narrador da história, quando nascemos, também não conhecíamos ninguém. Mas esse momento já está longe, e é por isso que agora já conhecemos muitas pessoas, a família, alguns vizinhos e muitos amigos... o que é muito bom!
Relembrámos todos eles e desenhámos algumas dessas pessoas, que estão mais presentes no nosso dia a dia, nas molduras de uma ficha de trabalho que tínhamos de fazer.

Número do dia



Hoje aprendemos o número 10. Descobrimos a sua grafia – dez - e que se escreve com dois algarismos; que cada algarismo representa uma ordem – sendo o algarismo 1 o das dezenas e o 0  o das unidades.
Trabalhámos com o nosso material Cuisenaire, com o ábaco e com palhinhas dos pacotes de leite fizemos a nossa dezena.
Aprendemos que uma dezena são dez unidades.