Quisemos também, por meio de expressão plástica, distinguir este dia e, com esse fim, com os/as nossos/as namorados/as e amigos/as fizemos um bonito coração para oferecermos a quem cada um achasse merecê-lo! Também foram feitos alguns para ficarem na sala e nos lembrarmos deste dia quando os vemos.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
As nossas definições
Como amanhã se comemora o dia dos namorados, não quisemos ficar alheios e resolvemos falar sobre o tema.
É verdade que uma criança não atribui a esta data grande importância, apesar de, às vezes, nos dizerem que já têm namorado(a)!
Em vez de amor preferimos falar de amizade, uma amizade que vem crescendo desde que estas crianças se conheceram. No início do ano letivo, quando se encontraram pela primeira vez, todas fizeram votos para criarem novas amizades, ter novos amigos! Achamos que esses votos se vão concretizando: cada um vai fazendo as suas escolhas, formando pequenos grupos de acordo com as circunstâncias e com o caráter de cada um e em que a escolha se opera muito naturalmente: maneira de ser, gostos, brincadeiras e zangas... e a amizade vai-se construindo, enraizando. Verdadeiros amigos.
No desenvolvimento da atividade foi pedido aos alunos que falassem sobre o que pensam que é a amizade.
Orientados pela prof. Anunciação, “Os Amigos” começaram a construir uma definição de amizade.
Usando os cinco sentidos, primeiramente, foi-lhes pedido uma cor que definisse o conceito, seguido do sentido do gosto - a que é que sabe? Depois de algumas opiniões que se iam registando no quadro, pois “Os Amigos” ainda não escrevem tudo, nova pergunta: -Como é? Para resposta deveriam fazer uma comparação, e surgiram várias. Até as emoções que a amizade produz lhes foram solicitadas. Finalmente, veio a definição num pequeno resumo sobre tudo o que se tinha dito.
E, assim, surgiu uma definição de Amizade, muito especial, feita por “Os Amigos” e que partilhamos com todos.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Quando eu nasci (II)
Hoje, continuámos o ler o livro de Isabel Minhós, “Quando eu nasci”.
Lemos as primeiras páginas e, tal como o narrador da história, quando nascemos, também não conhecíamos ninguém. Mas esse momento já está longe, e é por isso que agora já conhecemos muitas pessoas, a família, alguns vizinhos e muitos amigos... o que é muito bom!
Relembrámos todos eles e desenhámos algumas dessas pessoas, que estão mais presentes no nosso dia a dia, nas molduras de uma ficha de trabalho que tínhamos de fazer.
Número do dia
Hoje aprendemos o número 10. Descobrimos a sua grafia – dez - e que se escreve com dois algarismos; que cada algarismo representa uma ordem – sendo o algarismo 1 o das dezenas e o 0 o das unidades.
Trabalhámos com o nosso material Cuisenaire, com o ábaco e com palhinhas dos pacotes de leite fizemos a nossa dezena.
Aprendemos que uma dezena são dez unidades.
O balão perdido
Hoje, ao trabalharmos o b, tivemos de pintar, no nosso manual, num conjunto de quatro imagens, as duas que estavam de acordo com o texto que ilustra a letra b. Depois do exercício feito, o professor propôs que escrevêssemos uma história de acordo com essas duas imagens.
Se gostarem deixem um comentário.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Recodificação fonológica
A aprendizagem da linguagem escrita depende de dois fatores, que reputamos de máxima importância: uma ação pedagógica sistematizada por parte de quem ensina e força de vontade em assimilar por parte de quem aprende. A fim de estimular essa vontade é necessário recorrer, por vezes, a atividades lúdicas incentivadoras. Foi o que fizemos hoje: jogámos um loto de palavras.
Esta atividade teve como finalidade estimular e promover a automatização do reconhecimento de palavras, pois esta automatização encurta o tempo e o esforço de processamento, fazendo que os alunos acedam de forma mais rápida à decifração das palavras.

O jogo consiste no tradicional jogo do loto ou bingo, como também é conhecido. A cada aluno é distribuído um cartão com oito palavras escritas, de um total de sessenta. Haverá um “cantador”, que retira de um saco uma ilustração, que tem de identificar a palavra correspondente e que a “cantará” imediatamente para os restantes alunos. É ponto assente que se deverá pronunciar lentamente, e bem, a palavra que saiu; os alunos terão que procurar (ler) se no seu cartão essa palavra se encontra grafada. Se estiver, terá de a identificar e colocar sobre ela um marcador previamente distribuído. Ganhará aquele que preencher mais rapidamente o cartão, dizendo a palavra “bingo”.
Foi uma atividade que motivou e agradou a todos os alunos pelo que repetiremos outras vezes já que os conduzirá a um reconhecimento automático mais rápido e eficiente de sílabas e de palavras, ou seja à leitura.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Espaços de leitura
A biblioteca escolar deve constituir-se como um pólo dinamizador de atividades que fomentem a promoção da leitura. Foi neste âmbito que hoje ali nos deslocámos a fim de apreciarmos a história “Quiquiriqui”, de Marisa Nuñez.
Gostámos muito dela e aprendemos que devemos atribuir importância às promessas que fazemos e também de como é bom partilhar e que querer as coisas só para nós é sermos egoístas.
No final, foram-nos distribuídas as imagens da história e tivemos que ordená-las para fazermos o reconto.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Ação de sensibilização: Carnaval em segurança
O Carnaval está à porta e com ele os perigos inerentes a esta festa popular. Como mais vale prevenir do que remediar, uma equipa da PSP levou a cabo uma ação de sensibilização – Carnaval em segurança - para os alunos do 1.º ano de escolaridade, alertando para o perigo do manuseamento daqueles pequenos mas também perigosos engenhos explosivos (bombas de Carnaval), indevidamente comercializados e ainda utilizados nesta época.
"Os Amigos" estiveram atentos e fazem votos para que os ensinamentos recebidos produzam frutos sãos e que esta festa, que convida à alegria, não termine em momentos de tristeza.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Orelhas de borboleta
Hoje fomos ver, em teatro de sombras chinesas, a história “Orelhas de Borboleta”, de Luísa Aguilar. A encenação foi levada a cabo por algumas das professoras estagiárias do Centro Escolar.
Esta história, que agradou a todos, evidencia os valores de respeito pelos outros, em que a autoestima e o otimismo se sobrepõem em situações adversas, e surgem tratados de forma pedagógica mas divertida.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
À descoberta da família!
Como andamos a estudar quais os membros que compõem a família, o professor propôs-nos construirmos a nossa árvore genealógica. Com esta finalidade, andámos a “pesquisar” os nomes dos nossos parentes mais próximos: pais, irmãos e avós maternos e paternos. Esta pesquisa também permitiu percebermos a origem do nosso nome completo (nome próprio e apelidos).
Perceber e conhecer as nossas origens e valorizar os laços familiares foram os objetivos deste trabalho, não ficando aqui concluído e que terá continuidade nos próximos anos.
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