sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O balão perdido



Hoje, ao trabalharmos o b, tivemos de pintar, no nosso manual, num conjunto de quatro imagens, as duas que estavam de acordo com o texto que ilustra a letra b. Depois do exercício feito, o professor propôs que escrevêssemos uma história de acordo com essas duas imagens.
Após termos apresentado em voz alta algumas ideias, procurámos melhorá-las e escrevemos a história no quadro; seguidamente, passámo-la a limpo para o nosso caderno de caligrafia, ilustrámo-la e agora já podemos partilhá-la convosco.
Se gostarem deixem um comentário.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Recodificação fonológica


A aprendizagem da linguagem escrita depende de dois fatores, que reputamos de máxima importância: uma ação pedagógica sistematizada por parte de quem ensina e força de vontade em assimilar por parte de quem aprende. A fim de estimular essa vontade é necessário recorrer, por vezes, a atividades lúdicas incentivadoras. Foi o que fizemos hoje: jogámos um loto de palavras.
Esta atividade teve como finalidade estimular e promover a automatização do reconhecimento de palavras, pois esta automatização encurta o tempo e o esforço de processamento, fazendo que os alunos acedam de forma mais rápida à decifração das palavras.
O jogo consiste no tradicional jogo do loto ou bingo, como também é conhecido. A cada aluno é distribuído um cartão com oito palavras escritas, de um total de sessenta. Haverá um “cantador”, que retira de um saco uma ilustração, que tem de identificar a palavra correspondente e que a “cantará” imediatamente para os restantes alunos. É ponto assente que se deverá pronunciar lentamente, e bem, a palavra que saiu; os alunos terão que procurar (ler) se no seu cartão essa palavra se encontra grafada. Se estiver, terá de a identificar e colocar sobre ela um marcador previamente distribuído.
Ganhará aquele que preencher mais rapidamente o cartão, dizendo a palavra “bingo”.
Foi uma atividade que motivou e agradou a todos os alunos pelo que repetiremos outras vezes já que os conduzirá a um reconhecimento automático mais rápido e eficiente de sílabas e de palavras, ou seja à leitura.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Espaços de leitura

A biblioteca escolar deve constituir-se como um pólo dinamizador de atividades que fomentem a promoção da leitura. Foi neste âmbito que hoje ali nos deslocámos a fim de apreciarmos a história “Quiquiriqui”, de Marisa Nuñez.
Gostámos muito dela e aprendemos que devemos atribuir importância às promessas que fazemos e também de como é bom partilhar e que querer as coisas só para nós é sermos egoístas.
No final, foram-nos distribuídas as imagens da história e tivemos que ordená-las para fazermos o reconto.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ação de sensibilização: Carnaval em segurança

O Carnaval está à porta e com ele os perigos inerentes a esta festa popular. Como mais vale prevenir do que remediar, uma equipa da PSP levou a cabo uma ação de sensibilização – Carnaval em segurança -  para os alunos do 1.º ano de escolaridade, alertando para o perigo do manuseamento daqueles pequenos mas também perigosos engenhos explosivos (bombas de Carnaval), indevidamente comercializados e ainda utilizados nesta época.
"Os Amigos" estiveram atentos e fazem votos para que os ensinamentos recebidos produzam frutos sãos e que esta festa, que convida à alegria, não termine em  momentos de tristeza.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Orelhas de borboleta


Hoje fomos ver, em teatro de sombras chinesas, a história “Orelhas de Borboleta”, de Luísa Aguilar. A encenação foi levada a cabo por algumas das professoras estagiárias do Centro Escolar.
Esta história, que agradou a todos, evidencia os valores de respeito pelos outros, em que a autoestima e o otimismo se sobrepõem em situações adversas, e surgem tratados de forma pedagógica mas divertida.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

À descoberta da família!


Como andamos a estudar quais os membros que compõem a família, o professor propôs-nos construirmos a nossa árvore genealógica. Com esta finalidade, andámos a “pesquisar” os nomes dos nossos parentes mais próximos: pais, irmãos e avós maternos e paternos. Esta pesquisa também permitiu percebermos a origem do nosso nome completo (nome próprio e apelidos).
Perceber e conhecer as nossas origens e valorizar os laços familiares foram os objetivos deste trabalho, não ficando aqui concluído e que terá continuidade nos próximos anos.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Quando eu nasci


Para o período que decorre escolhemos, como leitura orientada na sala de aula, o livro “Quando eu nasci”, de Isabel Minhós Martins, e que foi ilustrado por Madalena Matoso.
É no momento de virmos ao mundo que tudo começa para nós, e este livro certamente nos vai trazer alguns ensinamentos sobre o que se passa quando cá chegamos.
Fizemos hoje o primeiro contacto com o livro, pegámos nele, observámos a capa e a contracapa, e através do título imaginámos o que nele iríamos encontrar.
 Aprendemos os nomes da autora e da ilustradora e falámos do contraste das cores utilizadas na capa: o preto do fundo a contrastar com cores muito vivas. Gostámos dele à primeira vista. Vamos ver se o nosso entusiasmo vai durar até ao fim da história.
Um livro para descobrirmos, passo a passo, ao longo das próximas semanas.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Andorinha

A fim de desenvolvermos a compreensão do oral e a expressão oral, escutámos o poema “Andorinha”, de Eugénio de Andrade.
Ouvimo-lo uma e outra vez e, depois, repetimo-lo em coro … a chorar e a gaguejar.
Explorámos a compreensão do texto respondendo a perguntas sobre o que os versos nos contam e, a seguir, como estamos a aprender os vários sons que a letra “erre” representa, rodeámos todos os “r” existentes no poema. Verificámos que não pronunciávamos o “r” sempre da mesma maneira: nas palavras “rato” ou “terra”, a pontinha da língua faz muita ginástica, mexe-se muito; que era diferente quando o “r” estava entre duas vogais ou no final de sílaba, e até notámos assim que a pontinha da língua mexe só uma vez, como por exemplo nas palavras “era”, “andorinha” e “mar”. Até foi muito engraçado, e gostámos destes exercícios de exercitar a língua.
No final levámos o poema para casa para tentarmos memorizá-lo e conseguimos. Ora oiçam.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Incursões matemáticas


O “ tangram”, espécie de quebra-cabeças de origem chinesa, é um material manipulável estruturado (M.M.E), constituído por sete peças (cinco triângulos, um quadrado e um figura paralelogramo), remontáveis em figuras diversas, permitindo realizar uma enorme variedade de atividades, que implicam o desenvolvimento do sentido espacial e criativo dos alunos.
Com recurso à manipulação destas sete peças, criámos as nossas próprias figuras e trabalhámos a composição e decomposição de modelos já existentes, com vista a estimular-lhes esse sentido.

História das cinco vogais VI


Terminámos de ler “A História das Cinco Vogais”, de Luísa Ducla Soares. Foi uma história bem divertida e que nos ajudou a aprender melhor as vogais e a sua importância na oralidade e na escrita, pois são os sons e as letras que mais se empregam.
Com o final da história, também terminámos o nosso livro que, ao longo destas sessões, fomos construindo, antecipando a história, desenhando a parte de que mais gostávamos e que ficou muito giro.